segunda-feira, 7 de julho de 2008

'Detalhes', ganhou companhia como música-tema disso que eu não sei mais como classificar.
"Só Pro Meu Prazer", divide o posto agora.

Pelo menos no meu ponto de vista.

domingo, 6 de julho de 2008

Ela gosta de teatro.
Ela gosta de conversas estranhas.
Ela gosta da brisa estranha e mágica da noite
Ela gosta de rock, de se vestir como quer e de falar palavrões

Com ela, eu não teria uma vida normal
Com ela, as coisas seriam mais emocionantes
Emocionantes, legais e bizarras

Sabe porquê?
Por que...

Eu tô é cansado do marasmo, do pote de mel e de motoqueiros fantasmas
Eu tô é cansado de perder o meu precioso tempo com quem não perde 1 segundo comigo.
Eu tô é afim de me embebedar na loucura dos tempos finais

E no final quero olhar pra ela e rir. Rir muito. Na cara dela, dela e das outras.

Eu quero ser jogador de futebol, tesoureiro-presidente,liberal, puto e maldito!!

Costume (By...)

Eu te ofereço qualquer coisa.
Daquelas bem toscas e ridículas mesmo.
E você, acostumada, aceita.
Vai aceitando e vai se enganando.
Ou melhor: Vou te enganando

É o costume, é o costume.

Vou fazendo promessas baratas
Comprando coisas sem graça
E você se ilude, me dá uma chance
Afinal, posso ser o amor da sua vida
E já foram tantos anos desse nosso caso né?

É o costume, é o costume

Eu te xingo, te escorraço
Eu falo as piores coisas de você.
Você vai e sai com outros caras
Eu pego e me vingo
E no final, tudo fica bem num beijo falso.

É o costume, é o costume

Eu vou continuar te enrolando
E te comprando com as coisas mais absurdas
E você vai cair, vai sempre cair
Você se vende por pouco
Click Click

É o costume, é o costume

Sabe o que me deixa seguro?
E o medo de quebrar isso?
Você está acostumada.
Existem trouxas por aí, eu sei.
Com eles você ganha bajulação

É o costume, é o costume

O trouxa você tem como quer
E a hora que quer, quando quer
Ele te ama
É mais fácil deixar ele na sua mão
E ficar com o bonzão aqui, mesmo não me amando

É o costume, é o costume

Conclusão

Os relacionamentos sociais são podres. Falsidade, inveja, hipocrisia, cinismo e rancor
Mas os relacionamentos amorosos são piores ainda. Interesses obscuros, traições, falsidade e tudo se resolve com um presente surrado aqui ou numa cama de motel ali.

Podre e falso!

Coisas de seres humanos.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Texto equilibrado

Prometo que vou tentar escrever esse texto com o cérebro e com emoção, claro, mas na dose certa. Sem rompantes ou exageros emocionais.

O primeiro pensamento do meu dia é nela. Isso é um péssimo sinal. Eu gosto de acordar e pensar no dia lindo que vou ter, mas esse é o meu segundo pensamento. Primeiro, ela. Sinal de paixão.

Nos primeiros momentos do dia, eu começo a me sentir muito só. Tenho minhas preocupações, mas sempre sem desligar da sua imagem. Por enquanto eu ainda estou meio bem.

Passa-se algum tempo e eu começo a ficar meio ruim. É uma música que toca que me faz lembrar dela na hora, outro adereço qualquer ou coisa assim. O ruim não é lembrar dela. Lembrar dela é ótimo, é maravilhoso, é emocionante e lindo. Mas lembrar dela sem eu, ou pior, dela com outro é a morte. É a morte para um homem não ter o que deseja. No caso, o que desejo é ser feliz. E ela é minha felicidade (ou parte dela).

E aí fico o restante do dia inteiro assim. Sofrendo, querendo gritar pra todo mundo e a ela, claro, que a AMO MAIS QUE TUDO. Que quero ficar com ela a qualquer custo. Não posso fazer isso. A vida por enquanto não me permite essa sensação maravilhosa.

E esses são meus dias. Uma merda. Sem ela. Sem conseguir esquecê-la. Aliás, cada dia querendo-a mais e mais.

Ainda bem que agora estamos numa fase legal de relacionamento. Não brigamos já faz um bom tempo. Quando brigamos, é o fim. Choro feito doido. Choro nos cantos escuros e aonde ninguém vê. Choro por ela, por amor e não tenho vergonha nenhuma de dizer isso.

O meu amor eu já declarei de todas as formas. Do que sou capaz, também. Mas a minha vontade maior é chegar e falar olhando naqueles olhos lindos dela que a amo, que posso fazer e vou fazer dela a mulher mais feliz do mundo. Que tudo que estiver no meu alcance e o que não estiver também, eu farei pra ver aquele sorriso perfeito dela vindo daqueles dentes lindos e aquela boca então? Sensacional.
Tenho vontade de embalar seu sono, de ser o pai, o protetor, o amigo, o homem e o amante. Ser tudo.
Vontade de pegá-la em casa, sair, passear, fazer todas as suas vontades, tudo o que ela quiser. Fazê-la feliz. Porque ela feliz sou eu feliz.
Amo muito ela.

Ela lerá isso. Não sei se vai gostar, mas queria apenas que ela soubesse que é tudo verdade e pensasse na hipótese de um dia transformar meu sonho em realidade.
Amo,amo,amo e tenho vontade de gritar isso!!!

Sei que errei. Mas se tivesse mais uma chancezinha só eu não iria desperdiçar. Talvez eu possa estar perdendo a mulher da minha vida, já pensou?
Aquela que, irá me acompanhar quando todos se forem. Vai ficar eu e ela só.
Aquela que quero que seja a mãe dos meus filhos, a minha eterna namorada e comanheira.

Sei lá, se faço papel de bobo escrevendo isso. Acho que não. É o que eu sinto. É o que o meu coração está falando. Do fundo dele.

Ela lerá isso. Não sei se vai gostar, mas queria apenas que ela soubesse que é tudo verdade e pensasse na hipótese de um dia transformar meu sonho em realidade.
Amo,amo,amo e tenho vontade de gritar isso!!!

Sofro demais por não ter ela comigo, me fazendo companhia, rindo e tudo mais.

Amo demais!

Alguém falou que esse texto era equilibrado? Era nada. Se tratando dela. Nada é imparcial. É sempre a seu favor.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

O dia

Meus dias são repetições de uma história sem a mínima graça.
Em lugares que eu ando, em qualquer lugar que eu vá a sua lembrança é muito viva.
Não é algo que eu cultive. Acontece.

Ah! É horrível e eu sinto demais a falta dela.
Minha cabeça entra em pane.
Em pane por causa dela.
A mulher da minha vida.


Todo dia é assim.
Todo dia tem a sua agonia e a agonia do meu dia é sempre pensar em você e não te ter.

terça-feira, 1 de julho de 2008

All I Need is love.

Quando tinha 15 anos, me apaixonei pela primeira vez. Antes eram apenas flertes que logo passavam. Mas com 15, não! Aí foi pra valer. Fiquei 4 anos apaixonado pela pessoa, sendo que apenas 5 meses junto dela. E não vou entrar em detalhes porque a história é muito longa. Sei que não tenho mais notícias dela. Por onde ela anda hoje?
Se quiser saber, pergunte diretamente que eu falo.

Depois, com 19, veio outra. Fulminante. E essa foi pior porque não deu em nada. Há não ser em mais quatro anos perdidos. Aliás, perdidos não, a próxima da lista diria que não devemos se arrepender de nada e ela tem razão. Mas esse caso era peculiar, ela tinha namorado e eu sabia que não ia dar certo mesmo. Por onde ela anda hoje?

Chegamos aos 22 e veio a atual. Mais fulminante ainda. Parecia e começou como uma brincadeira. É como quando a gente joga fogo num papel e depois apaga. Nesse caso, eu coloquei fogo e perdi o controle do fogo. Muito álcool, talvez. E nessa situação a gente vai levando. Um não aqui, um não ali, um burro de um lado, uma teimosa do outro. Sei lá quando isso vai acabar (se for pra ficar sem ela que não dure nem mais 1 mês, se for pra ser com ela que dure mais, muito mais que quatro anos...).

O concreto mesmo, é que a partir dessa última paixão, comecei a sentir a necessidade de namorar. De companhia, de rir junto e de compartilhar alegrias e problemas.
Ando me sentindo cada vez mais sozinho.
Seja em casa, seja na rua, seja no carro, na balada, no trabalho. Enfim, falta sempre algo ou alguém.
Isso é carência certeza.
A 'pegação' é boa? É!
Mas cansa.
Sei lá se estou ficando velho, ou pra titio, mas meu lema é aquele da música do Cazuza:
"Eu quero a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida"