A ordem é botar o bloco na rua A ordem é desbaratinar A ordem é te esquecer A ordem é aproveitar cada segundo A ordem é ver que o tempo voa A ordem é cantar, pular, suar e enriquecer A ordem é ter um milhão de amigos A ordem é beber, comer e conversar A ordem é isso aí.
Ele era uma pessoa que sonhava. Sonhava com um mundo melhor, com pessoas melhores, com uita saúde, com amizades boas e verdadeiras e um grande amor. Melancólico, ele se derrubava ao ouvir velhos hinos de gerações passadas, assistir a programas de TV que diziam o contrário do que ele pensava e achava bonito tomar todas, cair na cama e dormir. Sonhar com a melhora em sua vida.
O problema é que ele não fazia nada para melhorar. Vivia em seu mundo, cada vez menor e mais encurralado. Oh! Pobre homem! O que será dele enquanto ele se recusar a aprender inglês?
O mito, a farsa, o ídolo e o vilão: Um dos últimos resquícios da Guerra Fria dá adeus ao poder
Acredite. Este dia entrou para a história. E todos nós o testemunhamos. Fidel Castro, o revolucionário que tomou o poder de Cuba, em 1959 governou com mãos de ferro a ilha até adoecer em 2006 e renunciar essa semana. O presidente - ditador promoveu seu comunismo subsidiado pela finada União Soviética e sempre estave em rota de choque com os Estados Unidos. Transformou Cuba em exemplo de saúde e educação, em paraíso da esquerda e a imagem do fracasso esquerdista para a direita. Fidel sai do poder, mas não o seu estilo. Assume Raúl Castro, seu irmão, e tudo indica que as coisas continuarão a ser como antes. Fidel Castro começa a sair de cena e entrar para os livros de história.
Joga uma água no rosto
Sai de casa e vê
Que nada é do jeito que imagina
Que tudo é bem mais cruel e fascinante
Abre o guarda chuva
Começou a chover
E você não está na sua casa
Para se proteger
Peça informação
E ouça um “Não”
Se acostume com isso
Você vai ouvir muito
Vá para o canto chorar
Mas cuidado para ninguém te notar
Papai e mamãe
Não estarão lá para te consolar
E tome ciência que você é um número
Só isso
Não vão ligar e nem se importar
Com seu choro ressentido
Você vai parecer um animal acuado
No fundo você é.
E daí?
Você não tem mais proteção
Veja a morte
Encare-a
Vai ver que pode vencer
E com certeza irá se fortalecer
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Semaninha chata esta que passou. Cruzes! Vejo no início do domingo, o nascimento de uma boa semana. A melhor de todas.
Não deveria haver velório. Pelo menos não como evento social, daqueles que a gente é empurrado a ir. É muito chato e ruim para todos. Para a família, que tem que ficar horas e horas num velório, ás vezes sozinha, fazendo companhia pro finado, muitas vezes sem trocar de roupa, tomar banho e comer. Para as pessoas que vão no velório, pois a maioria não queria esta ali. Chora, finge emoção, finge rezar e ao sair de lá, já comenta sobre a roupa de 'fulano' ou como 'beltrana' está acabada. Claro há os papa-velórios que vão sempre em todos possíveis. E por último, mas não menos importante,é ruim pro pobre do falecido também. Afinal, seu corpo não consegue ir para o descanso eterno sem antes passar por uma saraivada de chororôs, pedidos de perdão e declarações vagas de amor.
Nos Estados Unidos, o velório dura até mais que no Brasil, mas lá acontece o seguinte: Deu uma determinada hora, a família vai embora, tranca o velório e só volta depois para o enterro. Eu até entendo a obrigatoriedade dele durar tanto, é por questão de tradição e também por uma questão médica, a catalepsia (doença que a pessoa 'morre' por 24 horas).
Eu não gosto de velório. Principalmente o de pessoas muito próximas. Gosto de guardar uma imagem boa da pessoa comigo. A imagem dela saudável e feliz. É bem melhor.
Aí está um fato engraçado. Nos anos 80, o Luiz Caldas foi um dos maiores nomes e criadores do axé como ritmo próprio e comercial. Claro, que ele não inventou o axé, pra descobrir o surgimento dele, nós teríamos que voltar a Caetano e Gil, a Dodô, Armadinho e Osmar e até aos atabaques africanos do Candomblé. Mas foi a partir da geração do Luiz Caldas que o axé se tornou um ritmo, se criaram os trios elétricos, o carnaval baiano como negocio lucrativo e a proliferação de grupos e cantores. O trio que marca essa primeira geração do axé é: Luiz Caldas, a cantora Sarajane e o grupo Chiclete com Banana. Todos faziam o mesmo estilo de música. Sarajane foi engolida e esquecida por ter pouco talento e suas músicas serem bem pouco originais(seu grande sucesso foi a medíocre 'Abre a Rodinha'). O Chiclete com Banana é caso raro, está aí até hoje e cada vez mais em alta. Se mantém como um grande grupo de axé há mais de 20 anos, enchendo seus cofres cada vez mais com a grana de micaretas e carnavais por aí. Mas e o Luiz Caldas? Por que sumiu? Talento( para o axé) ele tem. Sucesso ele fez. Teve até música tema de abertura de novela das 20h da Globo ('Tieta'). Não sei, sinceramente o que aconteceu com ele. Talvez ele não tenha se adequado e se modernizado para os tempos atuais. Ou outros motivos quaisquer. Sei que toda vez que vejo o carnaval soteropolitano, sinto falta dele. Uma figura essencial no carnaval baiano.
O vídeo que postei aí é do clipe da música 'Fricote'. Notem a música, o gingado, a letra e as imagens. Isso é axé puro. É carnaval da Bahia puro. É Brasil puro! Tanto grupo de axé medíocre por aí e não teria espaço para um dos percursores disso tudo?